Tradições da ilha

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Florianópolis, a Ilha de Santa Catarina, possui uma série de tradições mantidas vivas na sua cultura até os tempos atuais. O Boi de Mamão, a Renda de Bilro e os Engenhos de Farinha de Mandioca são algumas delas. 

O Acontece no Costão de hoje falará um pouco mais sobre cada uma delas:

Boi de Mamão

Saci Pererê, Curupira e Mula sem Cabeça são contos típicos do folclore brasileiro, mas, aqui em SC, quem pega mesmo é o Boi de Mamão, que leva esse nome graças às crianças que utilizavam a fruta para fazer a cabeça do boi. Como forma de manter a tradição açoriana, algumas apresentações são oferecidas especialmente entre o final do ano e o Carnaval.

Numa espécie de teatro gestual, com poucos diálogos e muita cantoria, a apresentação retrata em tom cômico uma corrida de touros em arenas, adaptado às práticas juvenis. Mateus, vaqueiro protagonista do espetáculo, ao ver seu boi morto, busca um médico e um curandeiro para ressuscitá-lo. Além do boi de mamão, personagens como a bernúncia e a Maricota fazem parte da apresentação. E pode acreditar, o riso e a diversão são garantidos nessa brincadeira!

Renda de Bilro

Original de Portugal, a renda de bilro é mais conhecida no Brasil como renda de birro nas regiões em que se tornou comum. A renda de birro, segundo relatos históricos surgiu na Bélgica do século XV, e foi se tornando popular na Europa, principalmente na Itália e na França. Levada logo depois para Portugal, se tornou típica mais precisamente no arquipélago de Açores.

Em Portugal estão concentradas as maiores produções de renda atualmente, que se tornou muito importante no país devido a sua produção em larga escala para igrejas e o vestuário da nobreza. Como a influência portuguesa na ilha é muito forte, não seria surpresa alguma nos depararmos com a vasta e variada produção de renda que temos por aqui.

Engenho de Farinha

Quando chegaram aqui no nosso litoral, em 1748, os açorianos eram principalmente lavradores que plantavam o trigo e a cevada. Eles trabalhavam em casas de moagem de grãos nos Açores, utilizando os tradicionais moinhos de vento.

 

Como o trigo não era um grão farto em nossa região, e o nosso solo não era apropriado para o seu plantio, eles adaptaram-se com o cultivo da mandioca, e construíram engenhos para produzirem a farinha, que era utilizada para preparar beijús e também polvilho para roscas e pães. Em algumas regiões de Florianópolis é possível avistar algumas construções originais, e algumas famílias procuram manter a tradição viva, convidando o público para presenciar uma típica produção de farinha de mandioca artesanal.

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